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Oficina Clínica: O percurso da análise – 2° semestre

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Quando recebemos alguém em análise, o trabalho que estamos verdadeiramente propondo é que o sujeito se implique em construir para si um novo posicionamento subjetivo.
Ocorre, porém, que em geral, as pessoas nos procuram querendo abrir mão do sofrimento sem abrir mão do sintoma. Cabe ao analista convidá-las para a árdua empreitada envolvida no percurso de uma análise e dirigir o trabalho sob a égide da ética que nos norteia, a saber, a ética do desejo e o olhar para o sujeito do inconsciente.
A presença do analista promove um encontro, sempre faltoso, que propicia ao analisando um discurso sobre seu ser, até que descubra que não há resposta para a pergunta sobre quem é, e consiga produzir algo criativo para além de sofrer com seu sintoma.
É sobre a dificuldade e o que pode ser agradavelmente surpreendente na sustentação dessas práxis que pretendemos conversar nesse ano: o percurso da análise e para que caminhos esse percurso pode apontar.
Freud, em seu artigo “Construções em Análise”, utiliza a metáfora que compara a interpretação do psicanalista a um arqueólogo que retira peças do soterramento, revelando um passado desaparecido, a construção seria reconstituir o objeto perdido a partir do fragmento encontrado.
Noutra ocasião também compara a análise ao jogo de xadrez, sabemos como começa e como termina, com uma infinidade de possibilidades durante o jogo, determinadas pelas jogadas de cada elemento da dupla. É sobre este processo que pretendemos conversar.

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